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Livros Daisy

Livros Daisy


Imagine...

Publicar e disponibilizar informação a pessoas com dificuldades de aceder a informação escrita, de forma instantânea e com baixos custos, num formato acessível, navegável e rico de potencialidades.

Procurar-se implementar estratégias comuns de produção, acesso, troca, e utilização dos DBT (Digital Talking Books) , em todos os países, com especial atenção, à garantia de que os livros serão acessíveis a todas pessoas com problemas de leitura.


História

O sistema Daisy foi originariamente desenvolvido na Suécia em 1994.

A ideia base foi usar a gravação digital (com todas as facilidades de produção, cópia, transporte e reprodução associadas à qualidade das gravações digitais) e introduzir marcas estruturais no documento, que auxiliassem a navegação do leitor cego.


O sistema Daisy já evoluiu bastante. Já oferece uma leitura extraordinariamente agradável e flexível às pessoas que são cegas, surdas, com problemas ao nível do tacto, ou outros problemas ao nível de acesso a impressões.


Em Maio de 1996 criou-se o consórcio Daisy, que desde logo, adoptou regras base de construção dos ficheiros, para desenvolver as gravações a pensar na Internet. A norma Daisy 2.0 foi publicada em 1998, e a recomendação 2.02 foi aprovada em Fevereiro de 2001.


A publicação na norma ANSI/NISO Z39.86 2002 foi oficializada em Março de 2002. Esta norma é seguida nos centros de produção braille, da maioria das Bibliotecas e Organismos Públicos, já em vários países, com grandes tradições na acessibilidade da informação aos deficientes visuais, como, p. ex., Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido, USA, Suécia, Suiça, Tailândia …


Continua o desenvolvimento de esforços para que todos os materiais sejam produzidos originariamente, segundo a norma Daisy.


Evolução

Os adultos e estudantes cegos, ou com qualquer outra incapacidade em relação à leitura de livros, dependem dos serviços prestados pelas suas bibliotecas para a leitura de artigos, livros, jornais, revistas e informação sobre empregos, etc… As cassetes analógicas, os enormes livros braille, e os livros computorizados em disquete (e-books) constituem os tipos de informação acessível aos leitores das bibliotecas. Os "Livros Gravados", o nome mais usual para os livros em gravação analógica, proporcionam a forma principal de ler documentos para estimulação intelectual.

Deste modo, os livros publicados mais usados por todo o mundo - livros de culinária, livros de jardinagem e textos religiosos - são dificilmente usados por deficientes visuais. Os Livros usados na escola ou no trabalho, normalmente, requerem consultar temas paginados, índices e outros pontos "estruturais", para uma leitura rápida e eficiente. A nova geração de livros digitais - LDF - proporciona todas estas funcionalidades!


A necessidade de digitalizar as colecções de áudio é clara e assumida no países mais desenvolvidos! Até há alguns anos cada país tinha o seu próprio sistema e formato, para servir os seus clientes. Alguns países usam ainda o sistema de cassetes com dupla pista. Outras bibliotecas usam cassetes de quatro ou seis pistas. A falta de normas limita o intercâmbio e a cooperação de obras entre bibliotecas, bem como, limita a optimização de recursos por parte do Estados.


Ainda todas as bibliotecas europeias produzem livros em cassete (a maioria, já a partir de originais digitais), mas prevêem a sua extinção num horizonte de 10 anos. Com o aumento significativo do disco compacto (CD) e do mini-disco (MD), a cassete analógica tornou menos atractiva como meio de reprodução.


A digitalização de livros para pessoas com deficiências tem proporcionado aumentar a qualidade e a quantidade de informação disponível. Os deficientes visuais têm as mesmas necessidades de todas as outras pessoas de aceder a todos os tipos de informação, em tempo útil. A informação não deve ser limitada à língua de origem ou ao dialecto em que o deficiente se insere.


A comunidade de deficientes tem se tornado cada vez mais multi-étnica e multi-cultura. Com a globalização da cultura, educação e informação, as bibliotecas para cegos têm cooperado internacionalmente para desenvolver a nova geração de LDF - Livros Digitais Falados - e iniciarem a troca de livros, tão desesperadamente necessária para os seus utentes (e para o Estado). As principais bibliotecas mundiais de produção braille acordaram, em 1994, começar a trabalhar conjuntamente e estabelecer uma norma internacional para a produção de livros digitais falados e braille.


Este sistema da nova geração de livros digitais, desenvolvido para todos os deficientes com problemas de leitura é chamado "Digital Áudio-based Information System" - DAISY, e todos os organismos que já aderiram ao projecto, são conhecidos pelo "Consórcio Daisy".


Técnica

Um livro Daisy pode ser explicado como um conjunto de ficheiros digitais que incluem:

  • Um ou mais ficheiros áudio marcados, contendo uma narração humana de um texto.
  • Um ficheiro marcado contendo o texto escrito. (opcional).
  • Um ficheiro de sincronismo para relacionar o ficheiro de áudio com o ficheiro de texto escrito.
  • Um ficheiro de controlo da navegação que permite ao utilizador mudar de frase, parágrafo, secção, capítulo, para a frente ou para trás, etc… de forma suave e mantendo o sincronismo entre a voz e o texto escrito.

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